sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Convite. Seminário de TVD - UFPE


Do blog ITV-Interactive tv,  administrado pelo professor Valdecir Becker e Günter Herweg e patrocinado pela ITV Produções Interativas, empresa especializada em treinamentos e desenvolvimentos para o novo mercado da interatividade na televisão.












Vergonha!!! Falta de recursos pode deixar São Paulo de fora da Confecom.

Confecom
Telaviva:
Com o início das etapas nacionais nesta semana, mais um assunto polêmico surgiu nas discussões da comissão organizadora nacional da Confecom. Diversos estados têm feito apelos por recursos para a realização das conferências entre eles São Paulo. O estado mais rico da federação tem tido problemas em participar da conferência e quase não houve convocação estadual. A convocação acabou sendo feita pela Assembléia Legislativa do estado, que agora reclama não ter recursos para garantir a realização do encontro.
Por enquanto, não há qualquer disposição da comissão organizadora nacional de enviar verbas para o estado realizar o evento. O entendimento do presidente da comissão, o consultor jurídico do Ministério das Comunicações, Marcelo Bechara, é qu, quem convocou a conferência é o responsável por realizá-la. No caso de São Paulo, a responsabilidade é da Assembléia Legislativa.
O temor de que o estado acabe não realizando a etapa preliminar fez com que algumas entidades apelassem à comissão o envio de recursos. Mas, para Bechara, isso seria injusto com os outros estados que também estariam em dificuldades para realizar os eventos. "Não posso dar um tratamento especial a São Paulo e não atender os outros estados", afirmou.
Até o momento, apenas três estados receberão uma pequena ajuda financeira do governo federal para realizar a pré-conferência. São eles Tocantins, Rondônia e Santa Catarina. O motivo do tratamento diferenciado é simples: nesses três estados quem fez a convocação extraoficialmente foi a comissão nacional. Assim, o governo federal se sente responsável pela realização dessas etapas.
O estado do Amazonas passou pelo mesmo tipo de convocação nacional, mas no último dia do prazo o governo local fez uma convocação própria o que retirou a responsabilidade federal sobre a realização do evento. Tocantins, que passa por uma situação de instabilidade política com a troca do governador, também já sinalizou interesse em assumir o evento por meio da Assembléia Legislativa, mas a situação ainda não foi resolvida.
Caso algum estado deixe de fazer a etapa local, há uma previsão de indicação de delegados para que haja representatividade de todas as unidades da federação. Essa indicação garante uma participação simbólica de aproximadamente três representantes por segmento.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Jornalismo cidadão. Fim do Soitu.es.



Um dos projetos informativos mais interessantes na web acabou. O site espanhol Soitu.es fechou apenas 22 meses depois do seu lançamento. Pelo meio ganharam dois prémios da Online News Association, um lugar no News Museum em Washington, e viram o seu design ser reconhecido pela Society of News Design.Foi interessante, intenso, arriscado, mas falhou. Inovação que nem sempre gera rentabilidade ou sobriviverão apenas projetos já ligados a grandes empresas midiáticas? Como "monetizar" o chamado jornalismo cidadão se, nesse caso, as principais moedas são reputação e influência? O grande desafio atual é combinar mídia nova e social com o antigo modelo de produção de informação?

A dificuldade está em sempre lembrar que colaboração e a atividade do jornalista profissional e vice-versa devem caminhar em conjunto. Sem sectarismos. Combinar conteúdo gerado por usuário junto a conteúdo gerado por profissionais. Afinal, o chamado "Jornalismo Colaborativo" sempre existiu, apenas de forma diferente da atual.
Há teorias ou lições sobre o encerramento do site Soitu.es:
1. Não depender de um uníco acionista (especialmente se for um banco) no caso: Grupo BBVA
2. Começar pequeno.
3. Não depender apenas de publicidade.


O iReport, da CNN se constituiu, assim,  no melhor exemplo. Consegue inserir e contextualizar o material e as informações enviadas pelos telespectadores em sua agenda.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Escada Piano...The Fun Theory.

The Fun Theory
http://www.rolighetsteorin.se/en/
CARNET DE NOTES
By, André Lemos. Especialista em estudos de Cultura de Rede.  
Professor Associado da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, Brasil. Doutor em Sociologia, Sorbonne (1995), Visiting Scholar da Universidade de Alberta e McGill University, Canadá (2007-2008). Coordenador do Grupo de Investigação Cibernética (UFBa / CNPq) e pesquisador nível 1 do CNPq. Membro do Prix Ars Electronica, Wi. Journal of Mobile Media e Canadian Journal of Communication Board. Este blog "caderneta" está online desde 1 de março de 2001.
Vejam como exemplo dessa dimensão locativa sonora essa "escada-piano" na Suécia para estimular as pessoas a se movimentarem. Segundo informações, o uso da escada aumentou em 66%. Dica do Macello Medeiros, que agradeço.

"Discutíamos ontem do GPC como os sons podem criar sentido de lugar. A discussão era sobre os dispositivos móveis tipo celulares e mp3. Bull já havia mostrado como, desde o walkman, esses dispositivos criam uma verdadeira trilha sonora para o mundo. Mais ainda é pouco explorado como esses dispositivos podem criar sentimentos de pertencimento a um lugar, vivências específicas no lugar em meio a mobilidade e a um suposto isolamento. Para além da força "isolante" dos mp3 players (que é supervalorizada e que deve ser pensada em termos de momentos - ninguém se torna um ser anti-social por usar dispositivos portáties de música, mas posso me isolar agora e não depois, etc.), devemos pensar em suas capacidades sociais (trocas de informações, compartilhamento de fones de ouvido, dicas de sites para baixar música), mas também em sua dimensão locativa, como marca de um lugar, como indexador que produz sentido espacial, mesmo em mobilidade - um som me lembra um lugar, estar em um lugar me lembra determinada música, um som em um lugar desperta determinadas emoções, etc..."

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Do Broadcast ao Socialcast:Como as redes estão transformando o mundo dos negócios.


PARA BAIXAR

Sob a consultoria de Jorge Felix, com licença de uso creative commons e organização do Manoel Fernandes, da Revista Bites, foi lançado pela W3 Editora o livro Do Broadcast ao Social Cast.

“Fruto de uma inspiração coletiva”, como diz o próprio Manoel, foram reunidos pensamentos, idéias, visões e conceitos de vários autores convidados  sobre “como as redes estão transdormando o mundo dos negócios”.
“Quando Coca-Cola, Microsoft, IBM, Wal-Mart, LG, Nokia, Editora Abril, Tecnisa e Rede Globo entram com disposição nesse universo [das redes sociais], vale a pena refletir por que outras marcas ainda não tiveram coragem para fazer o mesmo movimento.” Manoel Fernandes
No livro me encontro ladeado por alguns dos meu próprios grurus de mercado como Bruno Fiorentini [Yahoo], Caio Túlio Costa [Fac. Casper Líbero], Marcos Souza Aranha [iChimps], Alessandro Barbosa Lima [E-Life], Romeo Busarello [Tecnisa], Marcelo Coutinho [Ibope/FGV], Silvio Meira [CESAR] e o próprio Manoel Fernandes, dentre vários outros.
“Se levarmos em conta que uma marca é, na sua essência, uma informação sobre um produto (e/ou quem o consome), e que ela está sempre associada a um determinado conteúdo que pode ser digitalizado (uma foto, uma música, um comercial, etc), temos uma primeira pista para empresas que desejam ser bem-sucedidas no mundo do socialcast: a marca deve agir para aumentar o capital social de alguns integrantes da sua rede de consumidores potenciais. Os anunciantes podem fazer isto através de iniciativas que aumentem a capacidade de comunicação dos indivíduos, permitam a eles adquirir (e exibir) expertise, utilizem seu conhecimento para vencer competições ou desenvolver processos colaborativos que podem resultar em gratificações de ordem emocional altruística (a satisfação de ajudar os outros), emocional competitiva (o reconhecimento da sua capacidade), operacional (maneiras mais eficientes de realizarem atividades importantes para eles) e/ou financeira.” Marcelo Coutinho.
Baixar

Google prepara ferramenta para buscar informações em redes sociais.

E-mail Imprima Comente Erros? DEL.ICIO.US GOOGLE BOOKMARKS FACEBOOK ... Após acordo com Twitter, Google anuncia que lançará Social Search nas próximas semanas para buscar informações de contatos em rede sociais.
O Google anunciou que está desenvolvendo uma nova ferramenta de busca, chamada Social Search, que procurará informações publicadas dentro das redes sociais em que o usuário está inscrito.
A informação foi divulgada pela vice-presidente de busca e experiência do usuário, Marissa Mayes, durante o evento Web 2.0 Summit, que acontece em São Francisco entre os dias 20 e 22 de outubro, segundo o blog TechCrunch.
O Social Share será lançado inicialmente dentro do Google Labs, onde o buscador apresenta tecnologias e serviços ainda em desenvolvimento que não estão preparados para o lançamento comercial.
O buscador usará como base informações customizadas no Google Profile, onde o usuário monta um cartão de visitas online, indicando redes sociais onde é inscrito, itens compartilhados no Google Reader, links para seu blog ou site e outros dados pessoais.
Ao cadastrar seu perfil no FriendFeed, por exemplo, o usuário verá resultados de seus contatos no serviço de agregação de conteúdo ao fazer buscas no serviço convencional do Google.
Mayer afirmou que é provável que a nova ferramenta funcione apenas com redes sociais cujos dados são abertos, o que, teoricamente, excluiria informações de redes como Orkut e Facebook caso o usuário não desse sua autorização.
Segundo a executiva, o Social Search será lançado nas próximas semanas.
No mesmo dia em que revelou o Social Search, o Google anunciou que fechou contrato com o Twitter para integrar o feed de mensagens do serviço de microblog nos resultados da sua busca.
Horas antes, a Microsoft anunciou acordo semelhante com o Twitter e já colocou no ar um serviço onde a tecnologia por trás do buscador Bing é usada para navegação nas mensagens curtas do Twitter.
Além do Twitter, a Microsoft anunciou acordo também com o Facebook para que atualizações publicadas pelo usuário, conhecidas como status dentro da rede social, sejam integradas aos resultados de busca do Bing.
Fonte: Redação do IDG Now!




quarta-feira, 21 de outubro de 2009

CEO do Twitter diz que valor do seu negócio está na troca de informações e na mobilidade.

Fonte: Telaviva 
Os olhos da indústria de tecnologia da informação e Internet dos EUA estão voltados para o Twitter, a rede social que mais cresce no mundo, especialmente nos últimos 12 meses. Mas a grande questão é: o Twitter vai fazer dinheiro? Como? Essa foi a pergunta feita a Evan Williams, CEO da empresas desde o final de 2008, durante o Web 2.0 Summit, que acontece esta semana em São Francisco. Williams deu uma resposta evasiva e diplomática para a questão: "Hoje, estamos 97% dedicados a melhorar nossos serviços. Não estamos concentrados no modelo de negócios agora, para não perder o foco", disse o executivo. Mas ele deu dicas do que está sendo preparado nos outros 3% de "esforço" dos executivos do Twitter. "O Twitter não é uma rede social, é uma rede de informação, e muitas empresas o usam para informar seus consumidores. Podemos ganhar dinheiro aí", disse Williams. Ele também lembrou que a publicidade é uma possibilidade, e que não pensa em utilizar o padrão de uso de seus usuários para ganhar dinheiro. "Mas temos grupos de usuários que se comportam de maneira semelhante, e isso pode ser monetizado", disse.
Evan William ressaltou ainda que EUA, Reino Unido, Brasil, Indonésia, Japão e Índia são, hoje, os principais mercados para o Twitter. Ao final de sua apresentação, o executivo respondeu, com exclusividade, a algumas perguntas desse noticiário:


TI INSIDE - Vocês são muito populares no Brasil. Não temem que aconteça com o Twitter o que aconteceu com o Orkut e que uma invasão de brasileiros prejudique a estratégia global de vocês?
Evan Williams - Não olhamos isso de maneira negativa e os brasileiros são bem-vindos. Estamos crescendo muito lá e isso nos deixa felizes. O Orkut tem muitos brasileiros e isso não é necessariamente ruim.


TI INSIDE - Mas o Orkut não é forte em outros países como outras redes sociais.
Evan Williams - Mas isso definitivamente não é culpa dos brasileiros. O Twitter, de qualquer maneira, é mais balanceado. Fazer sucesso no Brasil não significa ser mal sucedido em outros países.


TI INSIDE - Você mencionou em sua apresentação que o Twitter não é uma rede social, mas uma rede de informação. O que significa isso?
Evan Williams - Significa que as pessoas não estão usando o Twitter necessariamente para falar entre si. Estão lá para dizer o que acontece. A forma como ele foi desenhado é para permitir que as pessoas tenham informações de quem elas conhecem e de quem elas não conhecem. Qualquer informação que se torne pública é rapidamente difundida.


TI INSIDE - Boa parte do acesso ao Twitter se dê através de redes móveis. Alguma chance de vocês obterem receitas de parcerias com as empresas de celular?
Evan Williams - Estamos muito animados com esse mercado móvel e achamos que há muito potencial.O Twitter tem mais valor para as pessoas se for acessível a qualquer momento. Receitas e lucro vêm de onde há mais valor, então essa é uma possibilidade, mas não é onde estamos concentrando esforços agora. Samuel Possebon, de São Francisco





terça-feira, 20 de outubro de 2009

BBC cria pós editor de mídia social.

A necessidade de um editor, avaliador ou moderador em mídias sociais trabalhando dentro de redações de telejornais é uma questão importante quando os meios Intenet e TVs se conectam. Não somente para "garimpar " pautas, mas efetivamente entender o que o receptor está querendo dizer, como ele pode contribuir e ainda a mediação entre debates e idéias para o jornalismo cidadão, de relevância social. Não se trata do jornalista acompanhar ou difundir apenas suas idéias no twitter, facebook etc. Mídias sociais, assim, se estendem a video-audio-image-slide-texto-sharing como YouTube, Vimeo, Flickr, Slideshare, Ning, SoundCloud, Scribd, Twitter, Wikipedia, Ask500People, RSS Readers, widgets e afins.



Veja  aqui algumas possibilidades que podem nortear uma estratégia editorial em mídias sociais.



A BBC está a estabelecendo uma nova posição na sua redação do Reino Unido, na tentativa de se ajustar a um novo panorama midiático.
A redaçao da BBC vai contar agora com um novo funcionário - o editor de mídia social. A iniciativa faz parte de um esforço maior da BBC para se adequar ao novo cenário da mídia mundial, onde as redes sociais desempenham papel importante na geraçao e distribuiçao de conteúdo. A rede também está trabalhando no relançamento de seu website, que deve dar mais ênfase às novas mídias. Com as novidades, espera entender o que realmente funciona nesse novo panorama e com isso ficar mais próxima do seu público.

O editor, que irá trabalhar na redação do Reino Unido, irá ajudar a organização a aprender a explorar e navegar nos meios de comunicação social. "Como muitas organizações de notícias, estamos no início de algo muito emocionante", explicou Nic Newman, expert em mídias futuras da BBC, tecnologia e jornalismo."Reconhecemos que os meios de comunicação social desempenham um papel importante. Com a nova posição  estamos coordenando as melhores práticas. Nós pensamos que a decisão de nomear um editor de meios de comunicação social é a melhor maneira de entender o que funciona".

No mês passado, verificou-se que o BBC está trabalhando em um relançamento do seu site com uma maior ênfase na rede social.

Fonte: The Guardian

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Let's Talk: Jornalismo e Mídia Social


Há momentos em que a mudança tecnológica se alcança com uma idéia. Agora é um momento, com os meios de comunicação social, de transformar a maneira como as pessoas recebem e compartilhar notícias e informações. Não faz muito tempo que o conceito de jornalismo  é uma conversa.A indústria de conteúdos precisa aprender com o público consumidor que quer interagir mais e contribuir. A idéia é de que apenas comentários, e chats ao vivo ou cartas ao editor não reperesenta a realidade atual. Então,  a partir da "audiência" ou público interagindo com blogs, fotos, vídeos, tweets, entre outras vária mídias sociais, partimos para uma nova reflexão sobre a expressão "cidadão" e "jornalista" se juntarem em uma união mediado pela tecnologia"

By Melissa Ludtke, Nieman Foudantion for Jornalism at Harvard.
There are times when technological change  catches up with an idea. Now is such a moment, as social media transform how people receive and share news and information. Just a few years back the notion of journalism being a conversation, not a lecture, wasn’t embraced widely in an industry content to transmit what reporters learned to audiences expected to consume it. Comfort with that notion grew as online comments and live chats assumed a role that Letters to the Editor once held on their own, albeit with greater anonymity and often less civility. Then, from the “audience” spilled forth blogs and photos, videos and tweets. Soon, the words “citizen” and “journalist” were joined in a marriage brokered by technology and nurtured by convenience as news organizations shed staff yet still needed to produce “content.”

With talking and sharing so much a part of the Web’s ethos, it’s the job of journalists to adapt. This means using these social media tools in ways that add value to what they do. In some newsrooms, it’s a try-everything-see-what-works approach. In others, there’s a more deliberate strategy: Specific tools are employed to reach different goals. With each method, the most effective schooling usually comes from outside the newsroom. In recounting the social media learning curve at NewWest.Net, Editor Courtney Lowery writes: “When we turned off the Twitter link to the Facebook page, one of our readers wrote: ‘tweets are not fb status posts. glad you got it.’ Loud and clear.”
Examples abound in our collection of stories about ways journalists are using social media to interact with sources and consumers. Cautionary flags get raised in our multifaceted exploration of emerging ethical issues and how credibility is earned on the Web. As he illuminates key principles for digital media literacy, “We the Media” author Dan Gillmor asserts that “we’ll need to transform ourselves from passive consumers of media into active users. And to accomplish that, we’ll have to instill throughout our society principles that add up to critical thinking and honorable behavior.”
Social media can bring greater depth and breadth to journalists’ work. What’s curious, however, is how seldom the word “journalism” seems to surface in the numerous forums about digital media. In her Nieman Reports’ essay, Geneva Overholser, director of the University of Southern California’s Annenberg School of Journalism, observed this dynamic at her school’s “Beyond Broadcast 09” conference in June. “Never in the three days we were together did I once hear the word ‘journalism’ mentioned,” she writes. [While its] “values and practices might be evident, the term itself is absent.” In this issue, the term is present, experiences are shared, and intersections of social media and journalism emerge.
By Melissa Ludtke, Editor


Nieman Foudantion for Jornalism at Harvard
http://www.nieman.harvard.edu/reports.aspx

quinta-feira, 15 de outubro de 2009