quinta-feira, 8 de abril de 2010

iPad! Dê uma olhada nas primeiras experiências destas grandes empresas jornalísticas.

apps no iPad from New York Times, Wall Street Journal, Associated Press and USA Today.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Debate: Redes digitais ou redes sociais. Afinal, quem está conectado está em rede?

Debate Gravado no Campus Party 2010
No final uma estudante levanta uma boa inquietação depois de presenciar seu primeiro debate olho a olho. " Estar em rede não significa estar  se comunicando...eu estava com pessoas hiperconectadas que não se comunicavam".  



MODERADOR: Luiz Algarra - (Papagallis) PARTICIPANTES: Augusto de Franco (Escola de Redes) Bob Wollheim (Sixpix) Martha Gabriel (professora e consultora de mídias sociais) Walter Lima Jr (pesquisador e professor da Faculdade Cásper Líbero) Rafael Pallarés (Terra)

segunda-feira, 29 de março de 2010

Extraindo dados públicos “na marra”

Check out this SlideShare Presentation:

segunda-feira, 22 de março de 2010

O que aconteceu no Yahoo! Open Hack Day 2010


Por Tiago Dória (íntegra)
O F-1 results aplicativo que cria infográficos e animações a partir dos resultados da Fórmula 1, foi o grande vencedor do Yahoo! Open Hack Day Brasil 2010 que aconteceu neste fim de semana em São Paulo e reuniu 240 desenvolvedores. Eu estive por lá. Vencedor de 3 categorias – escolha do público, melhor interface do usuário e melhor hack geralo F-1 results permite que você visualize tabelas do campeonato e compare o desempenho dos pilotos da Fórmula 1.
Foi desenvolvido por Daniel Filho, Fabio Dan e Iraê de Carvalho, brasileiros do SocialMinds. Semelhante a outros “hacks” apresentados no evento, por meio de uma interface mais “amigável”, o F-1 results busca tornar mais acessíveis dados que já são públicos.
Realizado desde 2005 em vários países pelo Yahoo!, o Open Hack Day é uma competição que dura dois dias e em que desenvolvedores são convidados a criar “hacks”. Ou seja, desenvolver formas alternativas de resolver ou contornar um problema específico.







Esses “hacks” vão desde criar uma função que faz falta em algum produto do Yahoo! até fazer um processo de “raspagem de dados”. Ou seja, passar dados públicos que já estão disponíveis para um formato mais maleável que permita fazer cruzamento de informações ou proporcionar um melhor entendimento.
Os desenvolvedores têm 24 horas para se organizar em equipes e criar um “hack”. Um relógio é exibido em um telão no meio do local onde ocorre o Hack Day para indicar o começo e o encerramento da competição.
Mas antes, no comecinho do primeiro dia, ocorrem algumas palestras. E, no final do segundo dia, acontecem as apresentações dos “hacks” (apenas dois minutos para cada um) e, em seguida, o público e um júri escolhem os melhores.
Na teoria, o Open Hack Day era para ser um ambiente de competição acirrada, mas, na prática, é um grande espaço para networking e troca de conhecimento. A competição é entremeada com almoço, jantar, café da manhã (tudo bancado pelo Yahoo!), além da possibilidade de jogar vídeo-game, conversar com as pessoas.
Enfim, o evento torna-se um grande encontro de pessoas que se interessam por visualização de dados, hacking (resolver problemas) e tecnologia.

O interessante é que, hoje em dia, cada vez mais esse tipo de evento, de hacking, está deixando de ser algo exclusivo de “empresas de tecnologia”. Publicações como NYTimes e Guardian realizam eventos parecidos, como uma maneira de trazer inovação de fora da empresa no processo de criação de novos produtos e tecnologias próprias.
No Brasil, as palestras do primeiro dia ficaram por conta de Christian Heilmann, evangelista da plataforma de desenvolvedores do Yahoo!, Cody Simms, diretor do Yahoo! OpenStrategy e o brasileiro Pedro Valente, gerente de produto do Yahoo!, que falou sobre dados públicos.

Além do F-1 results, outros “hacks” foram premiados.
O Infraero Parser, por exemplo, ganhou na categoria “relevância pública” por realizar um processo de “raspagem de dados” do site da Infraero, ou seja, extrair dados do site da empresa e passar os mesmos para um formato aberto, tornando-os mais maleáveis, para que outras pessoas possam visualizá-los e mesclá-los com outros dados e informações.
Na categoria “Kept Local”, Place Hacker foi o vencedor. É uma espécie de versão nacional do Placemaker, que pemite trabalhar com georreferenciamento. Como resultado para o usuário final, ele abre, por exemplo, a possibilidade para a criação de um aplicativo que permita a uma pessoa ler as reportagens do notíciário brasileiro de acordo com a sua localização. No caso, matérias do portal G1 foram utilizadas na demonstração.

Por sua vez, o SlideMeme que integra o Slideshare ao Meme (ferramenta de microblogging do Yahoo!), ganhou na categoria “melhor hack ligado ao Meme”.
A “categoria YQL(ferramenta do Yahoo! que facilita a extração de dados) ficou com o Gas Finder, site e aplicativo para celular que mostra onde estão os postos de gasolina mais próximos com preços mais baixos. A categoria “melhor uso da plataforma do Yahoo!” ficou com o Filmes.CC, mashup de informações do Google, Cinemark e Ingresso.com, que, de acordo com o critério de “estréia” e “em cartaz”, mostra onde estão sendo exibidos os filmes.
Contudo, foram apresentados outros “hacks” que não ganharam prêmios, mas que também achei interessante. Entre eles, o Violência SP, que, a partir de dados públicos, mostra qual o grau de periculosidade de uma área em São Paulo. Basta digitar o endereço de uma rua para saber como andam os crimes no local.
O Casa ou Bar, por sua vez, é ótimo para ser utilizado no trabalho quando chega a hora de ir embora. A partir de dados sobre trânsito no site da CET (São Paulo), ele indica se vale a pena você sair do trabalho e ir para casa. Dependendo da situação do trânsito, é melhor ir para o bar.
O Raintrack também é interessante. A partir de dados de mensagens no Twitter, mostra em um mapa onde está chovendo em São Paulo.


Pelo que percebi, a maioria dos “hacks” trabalha com informações imediatas e do dia-a-dia (trânsito, tempo) e é voltada para a questão do hiperlocal (informação de acordo com a sua localização), além disso, alguns são tentativas de criar relevância em meio ao excesso de dados e informações que temos diariamente (o Espertim, por exemplo, cria um critério de relevância, de ranking, para as mensagens do Twitter, algo que não existe hoje em dia).
Vale lembrar que muitos desses “hacks” ainda estão em fase inicial. Ou seja, alguns podem apresentar erros e outros não estão online.
Pessoalmente, o Yahoo! Open Hack Day foi bem positivo. Pude trocar informações com várias pessoas, olhar para novos lados de pesquisa na área de mídia e aprender um pouco mais sobre como trabalhar com “dados estruturados” e formas de apresentar informações.
No evento, uma vez mais, aproveitei para bater um papo com o Pedro Valente, do Yahoo!, um dos poucos jornalistas brasileiros que tem formação na área de programação e que foi palestrante do último Seminário Tendências Conectadas, lá na Cásper Líbero.
No Vídeo abaixo, conversamos não somente a respeito do Yahoo!, mas do NYTimes e do Guardian realizarem “hacks days” e sobre o quanto o jornalismo e o desenvolvimento de software vêm se misturando. Dependendo da forma e com quais dados você trabalha, criar aplicativos também é fazer jornalismo.
A primeira pergunta foi sobre o porquê de uma empresa fazer um evento deste tipo.


Pedro Valente (Yahoo! Open Hack Day 2010) from Tiago Doria on Vimeo.




Publicado por Tiago Dória, em 22 de março de 2010 (Segunda-feira).

sábado, 6 de março de 2010

IPTV pode chegar a 90 milhões de assinantes em 2012.

Espaço Painel Telebrasil - 
Convergência Digital

A oferta de conteúdo através da infra-estrutura das operadoras de telefonia fixa é uma tendência irreversível. Tanto é assim que apesar de em grandes países, entre eles o Brasil e a China, ainda existir restrições regulatórias à oferta do serviço, o ritmo de adesão mundial ao produto é progressivo. No 52º Painel Telebrasil, o tema IPTV será pauta de palestra de um dos maiores gigantes do mundo na área - a BT Global Services.
Pesquisa divulgada pela consultoria Pyramid Reserach sobre IPTV apura que no final de 2007, o serviço chegava a 15 milhões de assinantes. Nos próximos cinco anos, a tendência é de um crescimento de até seis vezes na base de clientes. O levantamento da consultoria estudou 10 mercados, entre eles, o Brasil e a China, onde há restrições regulatórias à oferta do serviço por parte das operadoras fixas.
Os analistas da Pyramid afirmam que, hoje, os provedores de IPTV, mesmo nos países onde há a restrição regulatória, enfocam a elaboração de um conteúdo exclusivo em canais dedicados e na oferta de um acervo para Video on Demand. Fato, aliás, comprovado no Brasil, onde Brasil Telecom e Oi, por exemplo, já têm esse produto disponível para seus clientes. A oferta de DVRs, que permitem a gravação de programas para serem assistidos quando for conveniente, também é um diferencial para os operadores.
O tema IPTV estará à mesa de debates dos participantes do 52º Painel Telebrasil. Isso porque o serviço é mais uma mídia que desponta para a transmissão de conteúdo multímidia, objeto central de debates no painel, que acontece de 04 a 08 de junho, na Costa do Sauípe.
Um dos convidados especiais do evento é Francisco Araujo Carvalho, diretor da BT, uma das maiores operadoras globais de telecomunicações. O executivo falará, exatamente, sobre a visão de serviços convergentes para o século 21 na área de IPTV da gigante de telecomunicações.
A BT Global Services, unidade de negócios que presta serviços a empresas em todo o mundo e à qual pertence a BT na América Latina, cresceu 10%, com faturamento de 9 bilhões e 890 milhões de euros. O EBTIDA cresceu 13%, continuando a tendência de crescimento que se iniciou há dois anos.
Os novos negócios, denominados "new wave", entre eles, a convergência, foram responsáveis por uma receita de 10 bilhões e 84 milhões de euros na companhia no exercício 2007/2008, encerrado em 31 de março último. O faturamento global da BT atingiu 25 bilhões e 957 milhões de euros.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

TV paga, o debate rastaquera.

Vendo esse "pacote" infinito de TVs, lembrei de José Saramago, quando questionou a necesidade de um cidadão ser "enxovalhado de canais dentro de casa", fazendo uma alusão sobre como seria se ele recebesse 500 jornais por dia!!! Quanto a indústria cultural norte-americana, não é de hoje que modelos de negócios entre Brasil e EUA favorecem conglomerados de mídias dos dois países em detrimento a produção e cultura nacional.

Alberto Dines
26.02.2010

Em pleno carnaval um arranca-rabo sobre o "esterco cultural" produzido pela TV paga americana mobilizou os foliões da política & vizinhanças.
Tudo começou com o comentário do assessor internacional do presidente Lula, o professor Marco Aurélio Garcia, noticiado pelo Globo (ver abaixo), sobre a qualidade e teor da programação da TV paga americana, e terminou numa cruzada da Folha de S.Paulo em defesa da "produção independente". Se o debate fosse travado numa mesa de botequim, regado a cerveja, seria mais profundo, veraz e produtivo. Em letra de forma virou samba do crioulo doido.
As opiniões de Garcia foram pinçadas de suas intervenções num debate sobre a política de relações internacionais do PT realizado em Brasília, no sábado (6/2), às vésperas do congresso nacional do partido, ao qual também compareceram o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, secretário de Assuntos Estratégicos, e o sociólogo Emir Sader. Mas o jornalismo da Era Kindle dispensa este tipo de referência: alguém disse que Garcia falou, tá falado – sapecam-se aspas e estamos conversados.
Os comunicadores do PT ou palacianos também não se deram ao trabalho de registrar no site do partido ou do governo o que foi efetivamente dito pelo assessor presidencial e assim evitar distorções. A turma do aparelho também merece uma folga.
Neste vácuo, já na edição de terça-feira (16/2, pág. A-6) da Folha entra em operação a infernal máquina da repercussão: uma repórter perguntou à ministra Dilma Rousseff se concordava com a opinião do professor Garcia segundo a qual existe hoje "um retraimento do pensamento crítico" com um avanço da "subintelectualidade de direita". Dilma concordou, óbvio. Paulo Francis aplaudiria de pé.

Esporte saudável

Na quinta-feira (18/2), a mesma Folha resolve esquentar o debate em duas páginas da "Ilustrada" (ver "Que esterco é esse?"). De repente, amplia-se a crítica de Garcia e o que ele disse a respeito da TV paga americana, num passe de mágica, passa a valer para toda a TV paga, inclusive a européia e a brasileira.
O professor exagerou, foi simplista e sabe disso: o jornalismo da Fox é nauseante, o da CNN é infantil, algumas séries são realmente estúpidas, mas outras são críticas e hilariantes. A programação dos canais de filmes em muitos casos equivale a de um cineclube. Os canais de documentários são de excelente nível, deveriam ser mostrados em nossas escolas. A baixaria televisiva americana está na TV aberta, sobretudo nos filmes. O assessor presidencial não poderia referir-se a eles porque também são exibidos em redes amigas como a Record, a Bandeirantes e o SBT.
Debater a mídia é um esporte salutar, próprio das sociedades desenvolvidas. Indispensável praticá-lo com fair-play e seriedade.

***Marco Aurélio Garcia ataca programação de TV a cabo

Bernardo Mello Franco # reproduzido do Globo Online, 9/2/2010
"Escalado para coordenar o programa de governo da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à presidência, o professor Marco Aurélio Garcia anda preocupado com a influência da TV a cabo sobre os corações e mentes dos brasileiros. No sábado [6/2], o assessor especial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assuntos internacionais discursou sobre o tema em debate na sede nacional do PT. Em meio a discussões sobre política externa, ele surpreendeu com um libelo contra o que chamou de "hegemonia cultural dos Estados Unidos".
Marco Aurélio comparou a influência da indústria de entretenimento ao poderio bélico da 4ª Frota, a divisão da Marinha americana que atua no Atlântico Sul.
– Hoje em dia, quase tão importante quanto a 4ª Frota são os canais de televisão a cabo que nós recebemos aqui. Eles realizam, de forma indolor, um processo de dominação muito eficiente. Despejam toda essa quantidade de esterco cultural – esbravejou.
Em tom de alerta, o assessor de Lula disse que a esquerda precisa reagir à difusão de valores capitalistas:
– Estamos vivendo um momento grave do ponto de vista de uma cultura de esquerda. A crise dos valores do chamado socialismo real e a emergência desse lixo cultural nos últimos anos nos deixaram numa situação grave.
O petista também reclamou de um suposto marasmo intelectual no Brasil, comparando os dias atuais a momentos de efervescência cultural das décadas de 1930 e 1950:
– Hoje vivemos uma transformação do ponto de vista econômico-social muito mais importante do que no passado. No entanto, temos um deserto de ideias, um deserto de produção cultural. Isso é um problema no qual temos que pensar.
O coordenador da campanha de Dilma disse que o Brasil foi programado para ser um país pequeno e defendeu o fortalecimento das estatais no governo Lula. Ao condenar o avanço da direita na Europa, fez uma recomendação à plateia:
- Nunca subestimem a estupidez humana. Quem subestimou a estupidez humana se deu mal na História."
Fonte: Observatório do Direito à Comunicação
Sobre o autor:
Em seus mais de 50 anos de carreira, Dines dirigiu e lançou diversas revistas e jornais no Brasil e em Portugal. Leciona jornalismo desde 1963, e, em 1974, foi professor visitante da Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, Nova York.
Foi editor-chefe do Jornal do Brasil durante 12 anos e diretor da sucursal da Folha de São Paulo no Rio de Janeiro. Dirigiu o Grupo Abril em Portugal, onde lançou a revista Exame.
Depois de anos driblando a ditadura à frente do Jornal do Brasil, foi demitido em junho de 1984 justamente por publicar um artigo que contrariava a direção do jornal, ao criticar a relação amistosa de seus donos com o governo do estado do Rio de Janeiro.
Criou o site Observatório da Imprensa, o primeiro periódico de acompanhamento da mídia, que conta atualmente com versões no rádio e na TV.
Escreveu mais de 15 livros, entre eles Morte no paraíso, a tragédia de Stefan Zweig (1981) e Vínculos do fogo – Antônio José da Silva, o Judeu, e outras história da Inquisição em Portugal e no Brasil, Tomo I (1992). O livro sobre Stefan Zweig foi adaptado para o cinema por Sylvio Back em 2002 no filme Lost Zweig. Alberto Dines também fala sobre Stefan Zweig no documentário do mesmo diretor.
Atualmente é pesquisador sênior do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp, onde foi co-fundador, além de coordenar o Observatório da Imprensa on-line e pela televisão.
Fonte: Wikipedia.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Dos brasileiros conectados, 79% usam de redes sociais!

Hoje o Brasil já conta com um em cada três de seus habitantes usuários de internet e média mensal de 23 horas e 12 minutos conectados à rede, enquanto japoneses destinam 3 horas e 30 minutos da vida todo mês para essa função.
Esses dados dão uma diretriz do potencial da internet na difusão de conhecimento e cultura também pelo uso de ferramentas diferenciadas como as mídias sociais. Pesquisa revela que 79% de todos os brasileiros conectados fazem parte de redes sociais.
Assista ao vídeo com mais dados produzido pela AgênciaClick:


Conexão Cultura

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Recognizr | a (re)volução do cartão de visita!

O Recognizr é uma aplicação conceito criada pela empresa sueca Polar Rose, que integra duas tecnologias: reconhecimento facial e realidade aumentada.

Ao apontar a câmera do seu celular/ smartphone no rosto de uma pessoa, ele o cerca de ícones com links para seus perfis em vários sites como Facebook, Twitter e Delicious.
Veja vídeo:


Fonte: Comunicadores
http://comunicadores.info/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Uma análise sobre paradígmas comunicacionais!!!!

Prof.Dr. Walter Lima-Mídias Sociais: A Cooperação Humana e as Tecnologias Digitais Conectadas

"Difícil encontrar discussões profícuas sobre produção de conteúdo informativo de relevância social (jornalismo) no ambiente conectado digital. Os atuais responsáveis por portais de conteúdo estão preocupados, e com certa razão, com a rentabilidade do seu modelo de negócio. Em... diversos lugares (listas, encontros, blogs ...etc), somente há discussão sobre como fazer dinheiro com "jornalismo online" (webjornalismo, jornalismo digital etc). Como não sou formado em administração de empresas, publicidade, marketing ou recursos humanos, somente tento entender qual é a função do jornalismo nesse novo espaço denominado de esfera pública interconectada. Acredito que não adianta tentar encontrar modelo de negócio sem conhecer os vetores que estruturam o ambiente comunicacional totalmente diferente dos analógicos".